Foi daquele jeito que eu dormi, e só no outro dia acordei. E quando acordei fui surpreendido, todos os meus objetos em caixas de papelão, e com a cabeça encostada em uma delas, dormia o amigo da família, Troy, ainda vestido a caráter para ir a um julgamento.
Eu me levantei e fui direto a cozinha, abri a geladeira e peguei uma barra de cereais, para a minha manhã aquilo bastava. Eu ia pegar um vôo, de não sei quantas horas. Talvez eu e Troy tivéssemos que ir de carro até essa tal cidade. Eu estava muito ansioso. Será que Dawson tem muita gente? Cidade grande? Dawson... Dawson... Já ouvi esse nome em algum lugar, só não me recordo onde. Talvez tenha visto em algum canal de compra e venda, talvez lá tenha uma loja famosa – isso significa ser uma cidade grande, que maravilha -, isso tudo seria tão demais, agora olhando pelo um novo ângulo.
Se lá tinha uma loja famosa, havia escolas de grandes portes, e nessas escolas sempre haveria um grupo de populares, eu tinha que me preparar para entrar nesse grupo. O frio às vezes é agradável. Soar é bom, ficar quentinho também, mas podia ser que meu tio possuísse uma luxuosa casa, e nela uma maravilhosa sala com fogo acesso sempre, para me esquentar.
A única desvantagem seria eu não poder me mostrar para as meninas da cidade, o tanto que malhei, mas um dia eu teria a oportunidade. Ah, assim que chegasse lá eu iria atrás de uma loja de carros com o Troy, comprar meu carro lá. Tudo parecia ser perfeito. Fazer novos amigos... E a campainha toca. Quando atendo, tenho uma surpresa, uma amiga da minha antiga escola. O nome dela era Alice.
- Oi Robbie... – Falou ela, com uma mão no bolso traseiro de sua calça jeans apertada (e que ela ficava muito sexy vestida daquele jeito). Ela tinha cabelos loiros, uma estatura mediana, os olhos eram escuros.
- Oi Alice... Você já ficou sabendo né? – Perguntei a ela, a convidando para entrar.
- Quem não ficou? Você é de uma das famílias mais ricas daqui Robbie, noticias sobre você saem rapidinho na coluna social do jornal daqui. Mas... Você tem mesmo que morar com esse seu tio? Digo, tem que mesmo que ir pra tão longe?
- Tenho, eu já falei com o Troy... Mas ele disse que essa era a decisão final do Juiz. – Ficamos nos olhando por um tempo, quando ela decidiu quebrar o gelo.
- Então eu acho que vou indo. Né? – Falou ela coçando a cabeça.
- Hum. – Falei eu, meio acuado. Ela virou de costas a mim e saiu andando.
- Tchau Robbie. – Falou ela de costas.
- Tchau... Alice. – Falei enquanto a via ir para longe de mim.
Foi quando me surpreendi, ela virou rapidamente, e veio com a mesma agilidade para os meus braços, me dando um beijo. Com toda a excitação, lhe levantei pelo os braços.
Quando paramos – Pareceu demorar anos aquele beijo, bons anos – ela me abraçou e então me empurrou para dentro de casa, fechando a porta com o pé. Logo depois me jogou no sofá – Eu estava sem reação – e se jogou em cima de mim, me beijando novamente, porém mais feroz. Enquanto ela levantava minha camisa, eu desabotoava sua blusa, e invertia a posição, eu ficando sobre ela.
Foi quando, mais uma vez eu me surpreendi, e não só eu, como Alice. Troy estava em pé na nossa frente, e soltou um singelo “uou” e foi para a cozinha. Alice olhou para mim, e me empurrou para o lado, vestindo sua blusa e se levantando.
- Porquê você não disse que ele estava aí? – Falou ela abrindo a porta, enquanto eu me levantava.
- Você não deixou! – Falei eu, assustado.
- Tanto faz... – ela estava no corredor do meu prédio, e eu na porta, só de short, quando ela voltou e me beijou e continuou a falar. – Vê se manda noticia Robbie. Até a próxima vez. Tchau. – Então virou de costa e entrou no elevador, que desceu.
Naquele momento eu estava com muita raiva do Troy. Essa podia ser a ultima vez que eu visse a Alice, e a ultima de muitas relações que já tive com ela, e Troy estragara tudo.
Eu me levantei e fui direto a cozinha, abri a geladeira e peguei uma barra de cereais, para a minha manhã aquilo bastava. Eu ia pegar um vôo, de não sei quantas horas. Talvez eu e Troy tivéssemos que ir de carro até essa tal cidade. Eu estava muito ansioso. Será que Dawson tem muita gente? Cidade grande? Dawson... Dawson... Já ouvi esse nome em algum lugar, só não me recordo onde. Talvez tenha visto em algum canal de compra e venda, talvez lá tenha uma loja famosa – isso significa ser uma cidade grande, que maravilha -, isso tudo seria tão demais, agora olhando pelo um novo ângulo.
Se lá tinha uma loja famosa, havia escolas de grandes portes, e nessas escolas sempre haveria um grupo de populares, eu tinha que me preparar para entrar nesse grupo. O frio às vezes é agradável. Soar é bom, ficar quentinho também, mas podia ser que meu tio possuísse uma luxuosa casa, e nela uma maravilhosa sala com fogo acesso sempre, para me esquentar.
A única desvantagem seria eu não poder me mostrar para as meninas da cidade, o tanto que malhei, mas um dia eu teria a oportunidade. Ah, assim que chegasse lá eu iria atrás de uma loja de carros com o Troy, comprar meu carro lá. Tudo parecia ser perfeito. Fazer novos amigos... E a campainha toca. Quando atendo, tenho uma surpresa, uma amiga da minha antiga escola. O nome dela era Alice.
- Oi Robbie... – Falou ela, com uma mão no bolso traseiro de sua calça jeans apertada (e que ela ficava muito sexy vestida daquele jeito). Ela tinha cabelos loiros, uma estatura mediana, os olhos eram escuros.
- Oi Alice... Você já ficou sabendo né? – Perguntei a ela, a convidando para entrar.
- Quem não ficou? Você é de uma das famílias mais ricas daqui Robbie, noticias sobre você saem rapidinho na coluna social do jornal daqui. Mas... Você tem mesmo que morar com esse seu tio? Digo, tem que mesmo que ir pra tão longe?
- Tenho, eu já falei com o Troy... Mas ele disse que essa era a decisão final do Juiz. – Ficamos nos olhando por um tempo, quando ela decidiu quebrar o gelo.
- Então eu acho que vou indo. Né? – Falou ela coçando a cabeça.
- Hum. – Falei eu, meio acuado. Ela virou de costas a mim e saiu andando.
- Tchau Robbie. – Falou ela de costas.
- Tchau... Alice. – Falei enquanto a via ir para longe de mim.
Foi quando me surpreendi, ela virou rapidamente, e veio com a mesma agilidade para os meus braços, me dando um beijo. Com toda a excitação, lhe levantei pelo os braços.
Quando paramos – Pareceu demorar anos aquele beijo, bons anos – ela me abraçou e então me empurrou para dentro de casa, fechando a porta com o pé. Logo depois me jogou no sofá – Eu estava sem reação – e se jogou em cima de mim, me beijando novamente, porém mais feroz. Enquanto ela levantava minha camisa, eu desabotoava sua blusa, e invertia a posição, eu ficando sobre ela.
Foi quando, mais uma vez eu me surpreendi, e não só eu, como Alice. Troy estava em pé na nossa frente, e soltou um singelo “uou” e foi para a cozinha. Alice olhou para mim, e me empurrou para o lado, vestindo sua blusa e se levantando.
- Porquê você não disse que ele estava aí? – Falou ela abrindo a porta, enquanto eu me levantava.
- Você não deixou! – Falei eu, assustado.
- Tanto faz... – ela estava no corredor do meu prédio, e eu na porta, só de short, quando ela voltou e me beijou e continuou a falar. – Vê se manda noticia Robbie. Até a próxima vez. Tchau. – Então virou de costa e entrou no elevador, que desceu.
Naquele momento eu estava com muita raiva do Troy. Essa podia ser a ultima vez que eu visse a Alice, e a ultima de muitas relações que já tive com ela, e Troy estragara tudo.
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