- E a corte, por meio deste julgamento, decidiu que a criança... – Dizia em voz alta o Juiz, enquanto eu murmurava: Já tenho 16 anos. – Robert Jackson Claterfield deverá considerar a sua nova casa, a casa do seu Tio, Jimmy Russel Claterfield, na província de Yukon, Dawson City, na federação do Canadá.
- Canadá? – Questionei. – Por que Canadá? Porque não no México ou quem sabe no Brasil?
- Seu tio mora no México, Brasil? – Perguntou o Juiz olhando para mim com olhos fervorosos. – Não? – Então balancei a cabeça negativamente. – Então você irá morar onde seu único membro familiar mais próximo morar. Fim de julgamento. – Terminou o Juiz, que agora ganhara meu ódio, que se levantou e se dirigiu a uma porta aos fundos.
Seria uma mudança drástica, Dos Estados Unidos da América, para uma província no meio do nada chamado Canadá, que era sempre coberto por uma grossa camada de gelo, sempre tendo que usar roupas pesadas, diferente de Dallas, que usaria minhas camisas regatas, e as tardes soaria um pouco sentado a praça conversando com os amigos do bairro. Mas isso eu poderia superar. O que mais me deixava apreensivo, era esse meu tio, pelo o qual nunca havia ouvido falar, meus pais nunca haviam feito comentários sobre ele. O que poderia o impedir de me maltratar? Estaremos em breve no meio do nada, e do gelo. Ele poderá me matar, e me enterrar debaixo de sete palmos de terra, e de 10 de gelo e assim nunca ninguém ia descobrir o que ele tinha feito comigo.
- E se ele me obrigasse a roubar? Participar de algum ato criminoso? – Pensei alto, e tão alto, que meu advogado olhou para mim e disse:
- Não deslumbre Robbie, ele deve ser um cara legal!
- Troy, ninguém conhece ele, acho que nem meus pais o conheciam. – Falei olhando para Troy, um dos poucos que meus pais confiariam a minha vida. – Não acha melhor eu ficar com você?
- Eu tentei convencer o juiz de você ficar comigo, eu juro. Mas ele é inflexível, e acha melhor você ficar com um familiar. – Me disse Troy, olhando para meus olhos, em pedido para eu não mais o questionar.
- Você é mais familiar a mim do que esse meu tio que eu nunca vi. – Falei, lhe olhando penosamente.
- Essa foi a decisão do Juiz, Robbie. – Falou Troy se virando e indo em frente. – Vamos, temos que arrumar tudo, Vamos pegar um vôo amanhã. – Então eu corri para lhe acompanhar.
- Juiz burro! – Resmunguei.
- Não fale isso! Ele é uma pessoa que segue a justiça. – Reclamou Troy.
- Bela justiça, me separar dos meus amigos.
- Ele segue a justiça, não o sentimentalismo. – Corrigiu as suas palavras, após ouvir o que eu disse. Ele abriu a porta de seu carro, e eu entrei.
Seguimos até a minha casa em silêncio. Chegando lá eu subi pelo o elevador. Sai dele no 15º andar, onde eu antes morava, junto com meus pais. Abri a porta e entrei, fui direto a janela. O carro do Troy ainda estava parado, e ele estava indo em direção ao portão do meu prédio. 5 minutos depois ele bateu na porta da minha casa e entrou.
- E a minha casa? Como vai ficar? – Perguntei, olhando para as fotos da família.
- Ela vai ser vendida, como todo o resto... Carro, casa no litoral... – Falou Troy, baixando a cabeça.
- Até a casa do papai no lago Caddo? – Perguntei, focando os olhos na foto em que eu e meu pai pescávamos no lago.
- Infelizmente sim...
- Você não pode recorrer nem para casa do Lago? – Perguntei.
- Claro, se é isso que deseja. – Falou enfim Troy, forçando um singelo sorriso. – O dinheiro vai ser mandado todo para a conta do seu tio.
- Porque ele? Eu acharia mais seguro deixar tudo com você! – Falei
- A justiça decide Robbie, já te disse isso. – Falou Troy. Eu o olhei outra vez, desde a morte de meus pais, ele repetia essa frase quando eu protestava algo que a corte julgasse.
- Eu vou... Ajeitar minhas coisas. – Falei, apontando para o meu quarto.
- Claro, vou te esperar aqui. – Mal o esperei terminar, e corri para meu quarto e fechando a porta.
Parado a frente da porta, dei uma boa olhada em o que era meu quarto e me joguei na cama, chorando.
- Canadá? – Questionei. – Por que Canadá? Porque não no México ou quem sabe no Brasil?
- Seu tio mora no México, Brasil? – Perguntou o Juiz olhando para mim com olhos fervorosos. – Não? – Então balancei a cabeça negativamente. – Então você irá morar onde seu único membro familiar mais próximo morar. Fim de julgamento. – Terminou o Juiz, que agora ganhara meu ódio, que se levantou e se dirigiu a uma porta aos fundos.
Seria uma mudança drástica, Dos Estados Unidos da América, para uma província no meio do nada chamado Canadá, que era sempre coberto por uma grossa camada de gelo, sempre tendo que usar roupas pesadas, diferente de Dallas, que usaria minhas camisas regatas, e as tardes soaria um pouco sentado a praça conversando com os amigos do bairro. Mas isso eu poderia superar. O que mais me deixava apreensivo, era esse meu tio, pelo o qual nunca havia ouvido falar, meus pais nunca haviam feito comentários sobre ele. O que poderia o impedir de me maltratar? Estaremos em breve no meio do nada, e do gelo. Ele poderá me matar, e me enterrar debaixo de sete palmos de terra, e de 10 de gelo e assim nunca ninguém ia descobrir o que ele tinha feito comigo.
- E se ele me obrigasse a roubar? Participar de algum ato criminoso? – Pensei alto, e tão alto, que meu advogado olhou para mim e disse:
- Não deslumbre Robbie, ele deve ser um cara legal!
- Troy, ninguém conhece ele, acho que nem meus pais o conheciam. – Falei olhando para Troy, um dos poucos que meus pais confiariam a minha vida. – Não acha melhor eu ficar com você?
- Eu tentei convencer o juiz de você ficar comigo, eu juro. Mas ele é inflexível, e acha melhor você ficar com um familiar. – Me disse Troy, olhando para meus olhos, em pedido para eu não mais o questionar.
- Você é mais familiar a mim do que esse meu tio que eu nunca vi. – Falei, lhe olhando penosamente.
- Essa foi a decisão do Juiz, Robbie. – Falou Troy se virando e indo em frente. – Vamos, temos que arrumar tudo, Vamos pegar um vôo amanhã. – Então eu corri para lhe acompanhar.
- Juiz burro! – Resmunguei.
- Não fale isso! Ele é uma pessoa que segue a justiça. – Reclamou Troy.
- Bela justiça, me separar dos meus amigos.
- Ele segue a justiça, não o sentimentalismo. – Corrigiu as suas palavras, após ouvir o que eu disse. Ele abriu a porta de seu carro, e eu entrei.
Seguimos até a minha casa em silêncio. Chegando lá eu subi pelo o elevador. Sai dele no 15º andar, onde eu antes morava, junto com meus pais. Abri a porta e entrei, fui direto a janela. O carro do Troy ainda estava parado, e ele estava indo em direção ao portão do meu prédio. 5 minutos depois ele bateu na porta da minha casa e entrou.
- E a minha casa? Como vai ficar? – Perguntei, olhando para as fotos da família.
- Ela vai ser vendida, como todo o resto... Carro, casa no litoral... – Falou Troy, baixando a cabeça.
- Até a casa do papai no lago Caddo? – Perguntei, focando os olhos na foto em que eu e meu pai pescávamos no lago.
- Infelizmente sim...
- Você não pode recorrer nem para casa do Lago? – Perguntei.
- Claro, se é isso que deseja. – Falou enfim Troy, forçando um singelo sorriso. – O dinheiro vai ser mandado todo para a conta do seu tio.
- Porque ele? Eu acharia mais seguro deixar tudo com você! – Falei
- A justiça decide Robbie, já te disse isso. – Falou Troy. Eu o olhei outra vez, desde a morte de meus pais, ele repetia essa frase quando eu protestava algo que a corte julgasse.
- Eu vou... Ajeitar minhas coisas. – Falei, apontando para o meu quarto.
- Claro, vou te esperar aqui. – Mal o esperei terminar, e corri para meu quarto e fechando a porta.
Parado a frente da porta, dei uma boa olhada em o que era meu quarto e me joguei na cama, chorando.
18:24

Meu irmão é um escritor e tanto heein .. num sabia que voce mandava tão bem Gui , parabens !