Estava de manhã, mas o movimento em uma rua era alto, cheia de casa iguais, com suas cercas brancas, áreas que deviam ser jardins sempre cobertas de neve, paredes brancas, portas cinzas e com proteções. Havia uma casa em diferença com as outras, ao lado da porta existiam pequenas estufas, não chegavam a nem um metro de altura, estas estufas estavam cheias de lindas flores.
- Os Sally não vão trabalhar hoje? – Perguntou uma mulher em uma casa, que segurava uma pá e parecia tirar um pouco da neve.
- Acho que não, eles devem achar que ninguém no trabalho merece a companhia deles. – falou uma mulher que estava encostada na cerca.
- Eles não são perfeitos... – falou a mulher que parou de cavar a neve e agora se interessa pela conversa.
- Mas quase estão sendo perfeitos... – Falou a outra.
Dentro da casa dos Sally, Molly Sally estava na cozinha e parecia preparar o café da manhã, o jovem Sr. Sally descia das escadas, enquanto ajeitava a sua gravata e segurava uma maleta.
- Bom dia amor. – Falou ele.
- Bom dia querido. – Falou ela sorrindo para ele.
- Onde está a Jennifer? – Perguntou o Sr. Sally.
- Está lá em cima, eu já a chamei, mas ela não desceu, amor. – Falou ela, fritando ovos.
- Eu vou lá em cima pegar minha queridinha. – Falou ele se levantando e subindo as escadas.
Chegando lá em cima, ele bateu na porta.
- Querida? – Perguntou ele. Ninguém respondeu. – Querida!! – Ele rodou a maçaneta e nada. Seus olhos incharam, seu rosto ficou vermelho, o sangue discreto que passava pelos vasos em seu rosto agora estava em destaque na sua pele branca. Ele fechou as mãos e começou a bater com força na porta. – ABRA ESSA PORTA! AGORA! ABRA! ABRA! – Ele batia vez com mais força. A porta tremia.
A pequena Sally acordou aos gritos.
- ABRA ESSA PORTA! AGORA! – gritava ele. Sua mulher subia correndo as escadas. – ABRA ESSA PORTA! ABRA! ABRA ISSO!
- O QUE É ISSO JONATHAN? – Gritava a mulher.
- CALE A BOCA! – gritava ele furioso para a mulher enquanto batia mais na porta. Ela tentou o segurar, em vão. Ele era mais forte e a arremessou para longe. Depois foi até ela e a levantou puxando os cabelos. Ela gritava, doía aquilo tudo nela.
Ele a levantou ainda pelo o cabelo e a jogou para a porta. Depois chutou a porta e encontrou a filha encostada na cabeceira da cama, se cobrindo tentando se esconder, e chorando. Jonathan Sally foi ate ela e a puxou pelo o braço e a jogou (literalmente) para fora do quarto. Saiu do quarto e segurou os braços das duas e as arrastou de escada abaixo, passando pela a cozinha e pegando um facão, que possivelmente Molly Sally o usava para cortar as suaves carnes grelhadas e levemente apimentadas que ela fazia todos os domingos para sua linda e esposo, e não mais adorável marido.
Ele as arrastou do segundo andar até o jardim, a rua ainda estava movimentada, e as pessoas começavam a observar aquilo. Jonathan as jogou no chão, e depois aprontou a faca e esfaqueou a garganta da filha, que no exato momento começou a jorrar sangue para todos os lados, inclusive a sua camisa passada o pano, branca com listras cinzas, e sua gravata preta com também listras cinzas. Após golpear a filha, Jonathan começou a esfaquear a barriga de sua mulher, que gritava agonizantemente por ajuda. Os vizinhos corriam para ver a cena, mas depois que viam o que acontecia, se afastavam, para também não serem vitimas, mas porém, muito horrorizados.
Ele a esfaqueava brutalmente, o sangue voava até seus delicados traços faciais, não só as agora falecidas Jennifer e Molly estavam ensangüentadas, mas também Jonathan, o ex-pai e ex-marido perfeito.
- Os Sally não vão trabalhar hoje? – Perguntou uma mulher em uma casa, que segurava uma pá e parecia tirar um pouco da neve.
- Acho que não, eles devem achar que ninguém no trabalho merece a companhia deles. – falou uma mulher que estava encostada na cerca.
- Eles não são perfeitos... – falou a mulher que parou de cavar a neve e agora se interessa pela conversa.
- Mas quase estão sendo perfeitos... – Falou a outra.
Dentro da casa dos Sally, Molly Sally estava na cozinha e parecia preparar o café da manhã, o jovem Sr. Sally descia das escadas, enquanto ajeitava a sua gravata e segurava uma maleta.
- Bom dia amor. – Falou ele.
- Bom dia querido. – Falou ela sorrindo para ele.
- Onde está a Jennifer? – Perguntou o Sr. Sally.
- Está lá em cima, eu já a chamei, mas ela não desceu, amor. – Falou ela, fritando ovos.
- Eu vou lá em cima pegar minha queridinha. – Falou ele se levantando e subindo as escadas.
Chegando lá em cima, ele bateu na porta.
- Querida? – Perguntou ele. Ninguém respondeu. – Querida!! – Ele rodou a maçaneta e nada. Seus olhos incharam, seu rosto ficou vermelho, o sangue discreto que passava pelos vasos em seu rosto agora estava em destaque na sua pele branca. Ele fechou as mãos e começou a bater com força na porta. – ABRA ESSA PORTA! AGORA! ABRA! ABRA! – Ele batia vez com mais força. A porta tremia.
A pequena Sally acordou aos gritos.
- ABRA ESSA PORTA! AGORA! – gritava ele. Sua mulher subia correndo as escadas. – ABRA ESSA PORTA! ABRA! ABRA ISSO!
- O QUE É ISSO JONATHAN? – Gritava a mulher.
- CALE A BOCA! – gritava ele furioso para a mulher enquanto batia mais na porta. Ela tentou o segurar, em vão. Ele era mais forte e a arremessou para longe. Depois foi até ela e a levantou puxando os cabelos. Ela gritava, doía aquilo tudo nela.
Ele a levantou ainda pelo o cabelo e a jogou para a porta. Depois chutou a porta e encontrou a filha encostada na cabeceira da cama, se cobrindo tentando se esconder, e chorando. Jonathan Sally foi ate ela e a puxou pelo o braço e a jogou (literalmente) para fora do quarto. Saiu do quarto e segurou os braços das duas e as arrastou de escada abaixo, passando pela a cozinha e pegando um facão, que possivelmente Molly Sally o usava para cortar as suaves carnes grelhadas e levemente apimentadas que ela fazia todos os domingos para sua linda e esposo, e não mais adorável marido.
Ele as arrastou do segundo andar até o jardim, a rua ainda estava movimentada, e as pessoas começavam a observar aquilo. Jonathan as jogou no chão, e depois aprontou a faca e esfaqueou a garganta da filha, que no exato momento começou a jorrar sangue para todos os lados, inclusive a sua camisa passada o pano, branca com listras cinzas, e sua gravata preta com também listras cinzas. Após golpear a filha, Jonathan começou a esfaquear a barriga de sua mulher, que gritava agonizantemente por ajuda. Os vizinhos corriam para ver a cena, mas depois que viam o que acontecia, se afastavam, para também não serem vitimas, mas porém, muito horrorizados.
Ele a esfaqueava brutalmente, o sangue voava até seus delicados traços faciais, não só as agora falecidas Jennifer e Molly estavam ensangüentadas, mas também Jonathan, o ex-pai e ex-marido perfeito.
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