Eu a olhei assustado.
- COMO ASSIM? DOIS MESES? – Gritei.
- NÃO GRITE COM ELA! – Gritou o senhor pelo o qual já havia gritado.
- Calma Xavier. Ele só está um pouco assustado. – Falou ela, indo para próximo de mim. – Agora todos saiam, por favor. – E pelo o que me pareceu, a simpática senhora possuía moral sobre todos, todos haviam saído. – Muito bem querido. Seu avião sofreu uma grande queda. Não restou nada dele, e o que estava dentro dele, só você. E se demorasse mais dois dias ali iria morrer, ou ursos, ou frio, ou infecção. Estava cheio de ferimentos. Com esse período que passou junto com a gente, muita das pequenas feridas cicatrizaram, outras não.
- Eu quero voltar lá. O Troy... Ele era meu amigo. – Falei olhando nos olhos dela. Ela ficou calada por um momento.
- Eu digo a você, não existe mais Troy nenhum naquele avião. E s existir, não é o Troy de como você quer. – Falou ela, fazendo uma cara de piedade. – Durma querido.
Eu não ia conseguir dormir, mas já que a pessoa que cuidou de mim por dois longos meses me pedia tanto para dormir, ia ao menos ter a consideração de fingir dormir. Então deitei. E virei para trás.
- Bons sonhos, querido. – Falou ela, e então saiu. Fechei os olhos, mas sabia que não ia dormir, então decidi ficar ouvindo o que eles falavam.
- Ele acordou Milady, o que vamos fazer agora? – Perguntou uma desconhecida voz.
- Esperar um pouco, e depois executar ele. – Falou a senhora, que me assustava agora.
- E depois usar o sangue. Falta pouco, só mais 13 vitimas, e conseguimos. – Então me levantei rapidamente.
Eu precisava sair dali. Eles iam me matar. ME MATAR. Mas eu não podia me agitar. Eles iam notar, e iam me matar agora mesmo. Então procurei algo que rasgasse – Minha idéia era rasgar a cabana por trás e fugir sem que eles me notassem.
Encontrei uma pedra no chão. Então a posicionei para que a parte mais afiada pegasse o pano da cabana. Foi um perfeito rasgo. Vi se existia algo dentro daquela cabana que me pertencesse. Não tinha nada. Então sai pela a porta que havia acabado de criar por trás da cabana. E sai, em passos lentos, até achar que eles não seriam capazes de me ouvir.
Demorei uns 30 minutos para achar que eles não iam me descobrir. Então comecei a correr, não sei para onde, mas eu só corria, sem destino. Só queria ficar longe de todos aqueles psicopatas. Eu corria sem olhar para frente. Foi quando vi que estava errado em correr com os olhos fechados, mas todos sabem não é? Ninguém sabe prevenir, só remediar. Bati a cara em uma árvore e cai. Levantei atordoado. Continuei a corre, mas agora olhando para frente.
Foi quando eu comecei a ver imagens negras pulando de árvores em árvores enquanto corria. Comecei a me desesperar.
Fui obrigado a parar.
A senhora pela a qual me tratou tão bem, mas só para me matar estava parada na minha frente.
- Nossa bebê. Você está sendo ingrato com nós. Salvamos sua vida, não propositalmente, mas salvamos. E agora você nos deixou sem dar um tchau querido? – Eu a olhei horrorizado.
- Foram vocês que derrubaram o avião! Eu vi! A imagem negra que nem agora! Foram vocês! Tentaram me matar! – Gritei.
- Claro! Não queremos matar locais! Iam notar! E eles nem ligam para os estranhos. – Falou ela, enquanto os outros apareciam. – Vamos tornar o processo um pouco mais ligeiro, ok?
Então ela começou a andar a minha frente, e eu indo mais para trás. Foi quando uma florescente luz atingiu a todos nós, e sobre ela, um cara que segurava uma espada incrustada de algo que brilhava. Então ele a empunhou em um dos homens que acompanhava a senhora, e então o homem sumiu.
- RÁPIDO! SUBA! – Gritou o cara, estendendo a mão. Eu aceitei, ele ainda não havia me dito que queria me matar, era mais confiável do que eles.
- QUEM É VOCÊ? – Gritei, agora que nos afastávamos do grupo.
- NÃO LHE INTERESSA! – Gritou o cara. Eu me calei, aquelas suas palavras agiram sobre mim como: Você está careca e feio.
- COMO ASSIM? DOIS MESES? – Gritei.
- NÃO GRITE COM ELA! – Gritou o senhor pelo o qual já havia gritado.
- Calma Xavier. Ele só está um pouco assustado. – Falou ela, indo para próximo de mim. – Agora todos saiam, por favor. – E pelo o que me pareceu, a simpática senhora possuía moral sobre todos, todos haviam saído. – Muito bem querido. Seu avião sofreu uma grande queda. Não restou nada dele, e o que estava dentro dele, só você. E se demorasse mais dois dias ali iria morrer, ou ursos, ou frio, ou infecção. Estava cheio de ferimentos. Com esse período que passou junto com a gente, muita das pequenas feridas cicatrizaram, outras não.
- Eu quero voltar lá. O Troy... Ele era meu amigo. – Falei olhando nos olhos dela. Ela ficou calada por um momento.
- Eu digo a você, não existe mais Troy nenhum naquele avião. E s existir, não é o Troy de como você quer. – Falou ela, fazendo uma cara de piedade. – Durma querido.
Eu não ia conseguir dormir, mas já que a pessoa que cuidou de mim por dois longos meses me pedia tanto para dormir, ia ao menos ter a consideração de fingir dormir. Então deitei. E virei para trás.
- Bons sonhos, querido. – Falou ela, e então saiu. Fechei os olhos, mas sabia que não ia dormir, então decidi ficar ouvindo o que eles falavam.
- Ele acordou Milady, o que vamos fazer agora? – Perguntou uma desconhecida voz.
- Esperar um pouco, e depois executar ele. – Falou a senhora, que me assustava agora.
- E depois usar o sangue. Falta pouco, só mais 13 vitimas, e conseguimos. – Então me levantei rapidamente.
Eu precisava sair dali. Eles iam me matar. ME MATAR. Mas eu não podia me agitar. Eles iam notar, e iam me matar agora mesmo. Então procurei algo que rasgasse – Minha idéia era rasgar a cabana por trás e fugir sem que eles me notassem.
Encontrei uma pedra no chão. Então a posicionei para que a parte mais afiada pegasse o pano da cabana. Foi um perfeito rasgo. Vi se existia algo dentro daquela cabana que me pertencesse. Não tinha nada. Então sai pela a porta que havia acabado de criar por trás da cabana. E sai, em passos lentos, até achar que eles não seriam capazes de me ouvir.
Demorei uns 30 minutos para achar que eles não iam me descobrir. Então comecei a correr, não sei para onde, mas eu só corria, sem destino. Só queria ficar longe de todos aqueles psicopatas. Eu corria sem olhar para frente. Foi quando vi que estava errado em correr com os olhos fechados, mas todos sabem não é? Ninguém sabe prevenir, só remediar. Bati a cara em uma árvore e cai. Levantei atordoado. Continuei a corre, mas agora olhando para frente.
Foi quando eu comecei a ver imagens negras pulando de árvores em árvores enquanto corria. Comecei a me desesperar.
Fui obrigado a parar.
A senhora pela a qual me tratou tão bem, mas só para me matar estava parada na minha frente.
- Nossa bebê. Você está sendo ingrato com nós. Salvamos sua vida, não propositalmente, mas salvamos. E agora você nos deixou sem dar um tchau querido? – Eu a olhei horrorizado.
- Foram vocês que derrubaram o avião! Eu vi! A imagem negra que nem agora! Foram vocês! Tentaram me matar! – Gritei.
- Claro! Não queremos matar locais! Iam notar! E eles nem ligam para os estranhos. – Falou ela, enquanto os outros apareciam. – Vamos tornar o processo um pouco mais ligeiro, ok?
Então ela começou a andar a minha frente, e eu indo mais para trás. Foi quando uma florescente luz atingiu a todos nós, e sobre ela, um cara que segurava uma espada incrustada de algo que brilhava. Então ele a empunhou em um dos homens que acompanhava a senhora, e então o homem sumiu.
- RÁPIDO! SUBA! – Gritou o cara, estendendo a mão. Eu aceitei, ele ainda não havia me dito que queria me matar, era mais confiável do que eles.
- QUEM É VOCÊ? – Gritei, agora que nos afastávamos do grupo.
- NÃO LHE INTERESSA! – Gritou o cara. Eu me calei, aquelas suas palavras agiram sobre mim como: Você está careca e feio.
15:49
carambaa, meu. :O
Esse cara é o Troy, não é?
noossa o_O"... me lembrou o crepusculo *-* (viciada/releva)Ah, eu nao axo q seja o Troy, pra mim eh o tio dele :B