Tudo parecia muito calmo. Eu escutava lá no distante, alguns pássaros cantarem, e alguns murmúrios que me fizeram abrir os olhos. Estava dentro de uma cabana de acampamento.
Levantei minha cabeça.
Aquilo tudo podia ser um sonho, não é? Realmente eu não precisasse sair de Dallas, e nem deixar meus amigos. Talvez meus pais nem tenham morrido. Talvez tenha sido tudo fruto da minha imaginação. Talvez tenha sido tudo só um sonho.
- Ele acordou! – E uma pessoa adentrou na cabana, sendo seguida por várias outras pessoas. Eu levantei e fiquei sentado rapidamente. Não conhecia nenhum deles. E eles? Olhavam-me, sem nada falar.
- Quem são vocês? – Perguntei, respirando um pouco mais devagar.
- Quem é você? – Perguntou um senhor que pareceu ignorar o que eu tinha falado. Ele usava um ridículo colete de pesca – aqueles que se encontra numa loja de compra de acessórios de pesca – e um chapéu, que pelo o que pude ver, tinha como enfeite, várias iscas. Ele era pálido, seus olhos eram negros e grandes, possuía uma barba mal feita e seus dentes eram amarelados. Os outros possuíam uma aparência semelhante. – QUEM É VOCÊ?
- Desculpa! Meu nome é... – Falei assustado com o senhor que havia acabado de me gritar. Graças a isso, não conseguia raciocinar direito. – Err... ROBERT! – Terminei como se estivesse surpresa em descobrir o meu próprio nome. – E vocês são...?
- Te encontramos nas montanhas de HorseHouse. Estava muito ferido... – Interferiu uma senhora, de cabelos loiros, a pele pálida como a do arrogante senhor. Era alta, e vestia a mesma ridícula roupa.
- Onde está o Troy? – Falei a ela, me levantando.
- Troy? Ele estava no avião com você? – Falou a senhora. Veio por trás, um rapaz de cabelos claros, pele pálida e olhos de cor azul e cochichou no seu ouvido algo que não pude escutar. – Ah... Bom, só encontramos você no avião, só você vivo.
Fechei os olhos. Todas as minhas pessoas queridas haviam morrido, me deixado, eu estava sozinho no mundo, só com muitos estranhos.
- O seu avião caiu... Trágico. Eu... sinto muito. Você tem que descansar querido. Deite, vamos sair. – Falou ela virando.
- Onde estamos? – Perguntei, antes que a única pessoa que a feição não me incomodou saísse.
- Estamos no condado de Middle Dawson. – Falou ela.
- Dawson? Estamos em Dawson City? – Perguntei, ainda um pouco atordoado.
- Não, estamos a 2 horas a pé de Dawson.
- Era meu destino, antes disso acontecer... – Falei, então pensei em algo que gostaria de saber. – A quanto tempo estou dormindo?
- 2 meses querido.
Levantei minha cabeça.
Aquilo tudo podia ser um sonho, não é? Realmente eu não precisasse sair de Dallas, e nem deixar meus amigos. Talvez meus pais nem tenham morrido. Talvez tenha sido tudo fruto da minha imaginação. Talvez tenha sido tudo só um sonho.
- Ele acordou! – E uma pessoa adentrou na cabana, sendo seguida por várias outras pessoas. Eu levantei e fiquei sentado rapidamente. Não conhecia nenhum deles. E eles? Olhavam-me, sem nada falar.
- Quem são vocês? – Perguntei, respirando um pouco mais devagar.
- Quem é você? – Perguntou um senhor que pareceu ignorar o que eu tinha falado. Ele usava um ridículo colete de pesca – aqueles que se encontra numa loja de compra de acessórios de pesca – e um chapéu, que pelo o que pude ver, tinha como enfeite, várias iscas. Ele era pálido, seus olhos eram negros e grandes, possuía uma barba mal feita e seus dentes eram amarelados. Os outros possuíam uma aparência semelhante. – QUEM É VOCÊ?
- Desculpa! Meu nome é... – Falei assustado com o senhor que havia acabado de me gritar. Graças a isso, não conseguia raciocinar direito. – Err... ROBERT! – Terminei como se estivesse surpresa em descobrir o meu próprio nome. – E vocês são...?
- Te encontramos nas montanhas de HorseHouse. Estava muito ferido... – Interferiu uma senhora, de cabelos loiros, a pele pálida como a do arrogante senhor. Era alta, e vestia a mesma ridícula roupa.
- Onde está o Troy? – Falei a ela, me levantando.
- Troy? Ele estava no avião com você? – Falou a senhora. Veio por trás, um rapaz de cabelos claros, pele pálida e olhos de cor azul e cochichou no seu ouvido algo que não pude escutar. – Ah... Bom, só encontramos você no avião, só você vivo.
Fechei os olhos. Todas as minhas pessoas queridas haviam morrido, me deixado, eu estava sozinho no mundo, só com muitos estranhos.
- O seu avião caiu... Trágico. Eu... sinto muito. Você tem que descansar querido. Deite, vamos sair. – Falou ela virando.
- Onde estamos? – Perguntei, antes que a única pessoa que a feição não me incomodou saísse.
- Estamos no condado de Middle Dawson. – Falou ela.
- Dawson? Estamos em Dawson City? – Perguntei, ainda um pouco atordoado.
- Não, estamos a 2 horas a pé de Dawson.
- Era meu destino, antes disso acontecer... – Falei, então pensei em algo que gostaria de saber. – A quanto tempo estou dormindo?
- 2 meses querido.
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